Categoria: Filmografia
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Cinema do Pará: Amazônia em Movimento
CINEMA NO PARÁ: AMAZÔNIA EM MOVIMENTO Curador: Ramiro Quaresma Mostra de filmes realizados no estado do Pará entre as décadas de 1960 e 2020 em uma curadoria temática e poética montando um panorama desta produção audiovisual amazônica. São 24 títulos divididos em seis sessões: “Encantarias” com obras com elementos mágicos e sobrenaturais, “Batidas e ritmos”…
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DESTAQUES 2023 – CINEMATECA PARAENSE
Nosso curador @ramquresma selecionou as obras audiovisuais paraenses lançadas em 2023 que se destacaram no ano. Filmes que rodaram festivais e mostras pelo Brasil e pelo mundo, exibidos e premiados. Seis entre as nove foram dirigidas e roteirizadas por mulheres. Ficção, documentário, animação e experimental mostrando a força de uma Amazônia que pulsa criatividade e…
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“A CAUDA LONGA DOS CURTAS: FORMAÇÃO DO CAMPO DA ANIMAÇÃO NO PARÁ” POR ANDREI MIRALHA /// III SPAA
A CAUDA LONGA DOS CURTAS: FORMAÇÃO DO CAMPO DA ANIMAÇÃO NO PARÁ Andrei Miralha INTRODUÇÃO A palavra animação provém do termo latino “anima”, que significa “alma”, no sentido de “sopro da vida”. Segundo Perisic (1979), a animação é uma maneira de se criar uma ilusão, dando “vida” aos objetos inanimados – objetos reais/virtuais ou simplesmente…
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FILMOGRAFIA – JORANE CASTRO /// III SPAA
FILMOGRAFIA Jorane Castro é produtora, roteirista e diretora nascida em Belém (PA). Professora do curso de Cinema e Audiovisual(ICA-UFPA) desde 2009. Realizou uma série de curtas-metragem e documentários. Seu primeiro longa-metragem de ficção foi lançado em 2016. Formada em Comunicação Social – UFPA (1990), possui graduação em Estudos Cinematográficos e Audiovisual – Université de Paris…
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“VICENTE F. CECIM E O CONCEITO DE CAMÉRA-STYLO” POR ALEXANDRA CASTRO / III SPAA
Vicente F. Cecim e o conceito de Caméra-stylo Alexandra Castro RESUMO: O presente trabalho tem como propósito revisitar três filmes de Vicente Franz Cecim, artista amazônida, brasileiro, realizadas nos anos 1970, em Belém – Pará, em película, com câmera Super 8. São elas: Matadouro (1975), Sombras (1977) e Malditos Mendigos (1978). O objetivo é…
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“CINEMATECA PARAENSE: DEZ ANOS DE PESQUISA EM CINEMA E PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL” POR RAMIRO QUARESMA / III SPAA
Cinemateca Paraense: dez anos de pesquisa em cinema e preservação do patrimônio audiovisual Ramiro Quaresma O cinema é a arte da inovação em sua essência, no sentido técnico e estético. A arte de contar histórias em uma narrativa de imagens montadas que criam um tempo e espaço próprios. A soma de todas essas obras cinematográficas…
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Filme do Mês// Junho – 2020 “Raimundo Quintela, Caçador de Vira Porco” (2018) de Robson Fonseca
FICHA TÉCNICA RAIMUNDO Quintela, caçador de vira porco. Roteiro e Direção: Robson Fonseca. Assistente de Direção: Felipe Cortez. Produção executiva: Lorena Souza. Direção de Produção: Moana Mendes. Direção de Fotografia: André Mardock. Fotografia: André Mardock, Lucas Escócio. Som direto: Luciano Mourão. Montagem, colorização e pós-produção: Mano Mana Filmes. Direção de Arte e Figurino: Jeffersom…
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Carta de Apoio à Cinemateca Brasileira – Cinemateca do MAM
Rio de Janeiro, 3 de junho de 2020. As relações entre a Cinemateca do Museu de Arte Moderna e a Cinemateca Brasileira datam dos primórdios das duas instituições, em meados do século passado. O que as irmanou desde o princípio foi a ação de salvaguardar uma memória permanentemente ameaçada pelo tempo, pelo baixo empenho da…
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NILZA MARIA – IN MEMORIAN
O cinema paraense se despediu no dia 15 de maio de 2020 de um dos principais nomes de sua história: Nilza Maria. Nos anos 1960 trabalhou com Líbero Luxardo nos filmes Um dia qualquer (1965), o primeiro longa-metragem realizado no Pará, e Um diamante e cinco balas (1968). Em 1998 participou de dois episódios da série…
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FILME DO MÊS// JAN – 2020 “SHALA” de João Inácio
Entrevistamos o diretor João Inácio para saber sobre a bonita trajetória de seu curta-metragem “Shala” (2016), nosso Filme do Mês. Como e quando surgiu a ideia original para o Shala? Minha mãe trabalhou na antiga Fbesp e sempre trazia para casa muitas histórias. Uma delas foi de um garoto que não conseguia ser adotado, ele…
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LINHA DO TEMPO DO CINEMA PARAENSE 1970/1980
Chegam ao mercado as câmeras na bitola 8 mm, indicadas para uso doméstico e amador. Uma dessas câmeras chega às mãos do redator publicitário e cinéfilo Vicente Cecim que, de 1975 a 1979, realiza o «Kinemandara», um ciclo poético-cinematográfico, um universo nublado e intimista deste cineasta de uma Belém onírica e irreal. A série é…
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DESTAQUES DO AUDIOVISUAL PARAENSE EM 2019
Nossa equipe escolheu os destaques do universo audiovisual de nossa terra. Confira nossas escolhas. AMAZÔNIA DOC 5 Depois de sete anos da última edição, em 2012, o festival idealizado e produzido por Zienhe Castro voltou em 2019 para sua quita edição, retomando seu lugar como o principal festival de cinema no Pará. A BESTA POP…
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LINHA DO TEMPO DO CINEMA PARAENSE // ANOS 1960
Líbero Luxardo já havia realizado três longas-metragem no estado do Mato Grosso, «Alma do Brasil» (1932), «Caçando Feras» (1936) e «Aruanã (1938), quando chegou ao Pará nos anos 1940 para tentar se estabelecer como realizador nas terras amazônicas. Foi «cinegrafista-oficial» de Magalhães Barata, realizando para o interventor do estado uma série de cine-jornais antes…

